Columbário
(...) Jardins abertos. Em várias ruas
ao longo do anoitecer
distinguia-se quem lançava rápidos sinais
e para um outro lado nos dispunha.
Ainda nem eram precisos bares.
Um autocarro, o metro, qualquer mesa
de um café
ensinava-nos o caminho de elevadores,
as janelas donde se via,
depois,
a cidade adormecida(...)
Joaquim Manuel Magalhães, Columbário

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